Escolher o óleo de refrigeração é muito parecido com encontrar o parceiro certo—compatibilidade é mais importante do que apenas o ajuste inicial. Devido às diferentes condições de operação do compressor e refrigerantes, a seleção do óleo de refrigeração deve ser adaptada ao equipamento específico. Abaixo estão os fatores-chave a serem considerados:
ViscosidadeUma propriedade crítica: diferentes refrigerantes requerem viscosidade do óleo correspondente. Viscosidade excessivamente alta aumenta a potência de atrito, a geração de calor e o torque de partida; viscosidade excessivamente baixa não consegue formar um filme de óleo eficaz, comprometendo a lubrificação e o resfriamento. Óleos de baixa viscosidade são recomendados para reduzir o atrito e melhorar a eficiência do compressor, embora possam causar ruído em equipamentos envelhecidos devido à lubrificação insuficiente.
Ponto de NuvemA temperatura na qual o parafina precipita e o óleo se torna turvo. Deve ser inferior à temperatura de evaporação do refrigerante para evitar o bloqueio da válvula de estrangulamento ou a transferência de calor comprometida.
Ponto de CongelamentoA temperatura na qual o óleo para de fluir. Quanto mais baixo, melhor—altos pontos de congelamento dificultam o fluxo do refrigerante, aumentam a resistência e reduzem a eficiência da transferência de calor. Crítico para ambientes laboratoriais de temperatura/pressão extrema ou armazenamento a frio em temperaturas ultra-baixas.
Ponto de FulgorA temperatura mínima na qual o vapor do óleo se inflama ao entrar em contato com a chama. Deve ser 15–30℃ mais alto do que a temperatura de exaustão do compressor para evitar a combustão do óleo e a carbonização.
Outros FatoresIncluindo estabilidade química, resistência à oxidação, conteúdo de impurezas mecânicas/água e desempenho de isolamento.